Como pensamos IA aplicada em produção
IA vira demo bonita em cima de wrapper de API. IA vira sistema quando responde ao processo real do cliente, cita fonte, respeita permissão, e mantém custo previsível em escala. A diferença entre esses dois estados é engenharia — não modelo.
Nosso ponto de partida é o caso de uso, não o modelo. Definimos com o cliente qual decisão a IA precisa acelerar (triagem, resposta, extração, classificação), qual tolerância a erro é aceitável, qual dado alimenta e qual auditoria será exigida. A partir daí a arquitetura vem por consequência — modelo, RAG, tools, cache, governança.
RAG com citação de fonte
Documentos, contratos, tickets e bases internas são indexados em vector store (pgvector é o padrão). O agente responde citando o trecho exato de origem — reduz alucinação e permite auditoria retroativa.
Tools e agentes conectados ao processo
O agente não fica só na conversa. Ele pode consultar CRM, abrir ticket, chamar API interna, atualizar oportunidade — tudo com controle de permissão por role e trilha de execução.